Para o seminário, li todos os textos, mas o que chamou a atenção foi o único escrito em inglês. Traduzi e concluí com tal pergunta: "O que transformou o design para puramente teórico?"
Pensem nisso! :)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O grande dia: A exposição!
A noite da exposição foi só alegria; muita gente visitando, elogiando e aproveitando! As falas da professora Zandra resumiram muito bem as semanas de trabalho e muito planejamento. Fiquei feliz com tantas pessoas apreciando o trabalho de uma turma muito esforçada! Nossa sala tinha um tapete de e.v.a que foi o sucesso das crianças, as pranchetas do grupo da aluna Bianca foi também muito aproveitada pelos convidados, os desenhos de nu foram recebidos com muita naturalidade, o que foi muito bom, pois geralmente pessoas não aceitam bem o estilo. Quero somente agradecer a presença do pessoal que foi e também do meu pai, que veio de tão longe pra ver o resultado do meu trabalho.











( As fotos que tirei do pessoal com minha câmera vão ser colocadas no meu flickr: http://www.flickr.com/photos/marcharien )










( As fotos que tirei do pessoal com minha câmera vão ser colocadas no meu flickr: http://www.flickr.com/photos/marcharien )
Montagem definitiva no Solar da Baronesa
No dia 28 e 29 de setembro ficamos por conta da montagem da exposição! Manhã, tarde e parte da noite. Algumas idéias deram errado, e tiveram que ser mudadas imediatamente, mas no fim deu tudo certo. No dia 29 (dia do coquetel), demos as últimas ajeitas e fomos para a casa e nos arrumamos para a grande noite! ( muito trabalho, poucas fotos! :) )


( um salve pro namorado da Stella que quebrou o maior galho, considerado no fim o terceiro membro do grupo! )


( um salve pro namorado da Stella que quebrou o maior galho, considerado no fim o terceiro membro do grupo! )
Aula de sketch up
Montagens prévias do solar
Semanas antes da exposição tratamos de começar a fazer as montagens para que tudo saísse certo no dia da exposição. Montamos um quadro de horários que foi cumprido à risca, com datas e tudo mais, e concluímos por fim que foi essa a grande sacada da entrega em dia de tudo que foi proposto. Os dias de longo trabalho foram passados na casa da aluna Luana Borgo, juntamente com Stella Jaques e Plínio Cortez.




Confecção da maquete
A maquete foi feita na aula de oficina; usamos uma caixa de sapato para realizar o proposto pois disponibiliza mais mobilidade para carregar a "mini-maquete". Usamos papel-cartão preto para simbolizar o blackout e o papel-cartão branco para representar o tapume da porta e da janela. Usamos e.v.a para construir a pequena luminária que seria colocada na sala, fizemos mini desenhos representando os desenhos reais e usamos barbante para pendurarmos alguns na caixa. O professor Marquinhos avaliou e propôs o que poderia dar errado para que pudessemos mudar, tudo foi discutido e no final mudamos algumas coisas. A tarefa foi muito proveitosa para o grupo, e muito explicativa; colocamos na maquete nossos objetivos, e no final, vimos o que tinhamos trabalhado tanto materializado em nossa frente. Foi ótimo!
Seminário - Shigeru Ban
Shigeru Ban usa persianas metálicas perfuradas, divisórias que se movem sobre trilhos e portas de vidro permitindo que os moradores abram os seus apartamentos totalmente para o exterior, se assim desejarem. Essa indefinição entre o interior e o exterior é muito contrária à vida residencial urbana, onde a maioria dos edifícios se esforça para manter intrusos para fora através de tijolos e fachadas de vidro e barras de segurança. As obras de Shigeru são dinâmicas, mudando a cada dia, dependendo de cada habitante e do seu desejo de privacidade e abertura.
Shigeru induz que o usuário se torne morador, pois em seus projetos o futuro habitante interage e opina sobre o desenvolver da formação da idéia.
Uma marca deste arquiteto é também a utilização de intervalos em suas obras que permite que a passagem do público par o privado e vice-versa não seja brusca e que o público e o privado tenham uma “parte em comum”.





Shigeru induz que o usuário se torne morador, pois em seus projetos o futuro habitante interage e opina sobre o desenvolver da formação da idéia.
Uma marca deste arquiteto é também a utilização de intervalos em suas obras que permite que a passagem do público par o privado e vice-versa não seja brusca e que o público e o privado tenham uma “parte em comum”.





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